HORÁRIO DAS MISSAS

Igreja Matriz
Quarta-feira, às 19h30min
Domingo, às 10h
Sábado, às 19h

Comunidade
São Pedro
Domingo, às 18h30min
Quinta-feira, às 20h

Menino Jesus
Terça-feira: 19h30min
Domingo, às 9h

Advento: Tempo de Espera

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A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor. Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive aalegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 

Como se estrutura o Tempo do Advento

O tempo do Advento não tem um número fixo de dias e depende sempre da solenidade do Natal. Ele começa na tarde (1ª Vésperas) do primeiro domingo após a Solenidade de Cristo Rei e se desenvolve até o momento anterior à tarde (1ª Vésperas) do Natal. Ele possui quatro semanas e, por isso, quatro domingos celebrativos. O terceiro domingo do Advento é chamado de domingo da alegria (gaudete, em latim) por causa da antífona de entrada da missa (Alegrai-vos sempre no Senhor), mostrando a alegria da proximidade da celebração do Natal. O tempo do Advento se divide em duas partes. A primeira, que vai até o dia 16 de dezembro, é marcada pela espera alegre da segunda vinda de Jesus. A segunda, os dias que antecedem o Natal, se destaca pela recordação sobre o nascimento de Jesus em Belém.

“Atentos e vigilantes”

A espiritualidade do Advento é marcada por algumas atitudes básicas: a preparação para receber o Cristo; a oração e a vivência da esperança cristã. A preparação para receber o Senhor se dá na vivência da conversão e da ascese. Precisamos ter um olhar atento sobre nós e a realidade que nos cerca e nos empenharmos para correspondermos com a ação do Espírito de Deus que quer restaurar todas as coisas. O nosso relacionamento com o nosso corpo e os nossos afetos, com nossos familiares e pessoas íntimas, nossa participação na vida eclesial e social devem estar no foco de nossa atenção. A preparação para celebrar o Natal demanda uma confissão sacramental bem feita e um propósito firme de renovação interior.

O tempo passa... corremos o ano todo e só percebemos a proximidade do Natal
quando as lojas, as ruas e os lares começam a se enfeitar com
pinheirinhos, luzes, guirlandas, arranjos, presépios, papai-noel...
Neste clima de alegria e confraternização, pessoas de todas as idades, classes e raças se mobilizam a procura de presentes, enfeites, comidas, bebidas, cartões de confraternização, preparando tudo da melhor maneira possível para as festividades.
E não há nada de mal nisso, desde que não nos desviemos do foco do Natal, o nascimento de Jesus.
Apesar de ser um tempo, no qual nos tornamos mais acolhedores e mais solidários,
nem sempre elevamos nosso pensamento e nosso coração no real sentido do Advento.
Fica aqui um questionamento:
Qual o objetivo de toda essa preparação e qual o sentido do Advento para nós?
Temos consciência de que ao celebrarmos o Natal fazemos memória ao nascimento do Deus Encarnado, que veio morar entre nós?
Estamos fazendo do Advento um tempo de espera e preparação interior, para acolher aquele que é o real motivo de existir o Natal, Jesus Cristo?
Que presente estamos preparando para o aniversariante homenageado no Natal?
Estamos voltados para as riquezas do alto, acolhendo Jesus em nosso coração, em nossa família, na sociedade ou encontramo-nos mergulhados na beleza das luzes coloridas, na riqueza dos enfeites e no consumismo?
Percebemos a presença de Jesus no irmão que passa necessidade, no doente, no excluído e naquele para quem Jesus ainda não nasceu?
O Advento é um tempo propício à reflexão, à oração e à conversão. Preparemo-nos espiritualmente para acolher o Emanuel, o Deus-conosco, que veio a esse mundo para nos salvar e deixar uma mensagem de fé, de esperança e de amor!
Que o nosso coração seja uma manjedoura que acolha o Menino Jesus; que o nosso lar seja uma gruta, onde Maria e José encontrem abrigo e que o Brasil seja um grande presépio, onde Jesus possa ser reconhecido e acolhido como Senhor e Salvador!
“O Verbo se fez carne e habitou entre nós”
O tempo passa... corremos o ano todo e só percebemos a proximidade do Natal quando as lojas, as ruas e os lares começam a se enfeitar com pinheirinhos, luzes, guirlandas, arranjos, presépios, papai-noel...                     Neste clima de alegria e confraternização, pessoas de todas as idades, classes e raças se mobilizam a procura de presentes, enfeites, comidas, bebidas, cartões de confraternização, preparando tudo da melhor maneira possível para as festividades. E não há nada de mal nisso, desde que não nos desviemos do foco do Natal, o nascimento de Jesus.Apesar de ser um tempo, no qual nos tornamos mais acolhedores e mais solidários,nem sempre elevamos nosso pensamento e nosso coração no real sentido do Advento.
Fica aqui um questionamento:Qual o objetivo de toda essa preparação e qual o sentido do Advento para nós?Temos consciência de que ao celebrarmos o Natal fazemos memória ao nascimento do Deus Encarnado, que veio morar entre nós?
Estamos fazendo do Advento um tempo de espera e preparação interior, para acolher aquele que é o real motivo de existir o Natal, Jesus Cristo?
Que presente estamos preparando para o aniversariante homenageado no Natal? Estamos voltados para as riquezas do alto, acolhendo Jesus em nosso coração, em nossa família, na sociedade ou encontramo-nos mergulhados na beleza das luzes coloridas, na riqueza dos enfeites e no consumismo?
Percebemos a presença de Jesus no irmão que passa necessidade, no doente, no excluído e naquele para quem Jesus ainda não nasceu?
O Advento é um tempo propício à reflexão, à oração e à conversão. Preparemo-nos espiritualmente para acolher o Emanuel, o Deus-conosco, que veio a esse mundo para nos salvar e deixar uma mensagem de fé, de esperança e de amor!
Que o nosso coração seja uma manjedoura que acolha o Menino Jesus; que o nosso lar seja uma gruta, onde Maria e José encontrem abrigo e que o mundo seja um grande presépio, onde Jesus possa ser reconhecido e acolhido como Senhor e Salvador!
“O Verbo se fez carne e habitou entre nós”

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