HORÁRIO DAS MISSAS

Igreja Matriz
Quarta-feira, às 19h30min
Domingo, às 10h
Sábado, às 19h

Comunidade
São Pedro
Domingo, às 18h30min
Quinta-feira, às 20h

Menino Jesus
Terça-feira: 19h30min
Domingo, às 9h

7ª Noite de novena à Nossa Senhora da Saúde

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Nos encaminhando para o término das novenas, nesta quinta-feira, 21 de novembro, celebramos a 7ª Noite de novena em honra a Nossa Padroeira, que contou com a presença do Pregador Pe Cláudo D'Angelo Castro, onde refletiu-se mais uma vez sobre o documento "Paróquia Comunidade de comunidades", com o tema: A conversão Pastoral. A liturgia foi realizada pelos ministros e Pastoral do Dizimo. A benção se deu as chaves e a comunidade como gesto concreto trouxe doações de alimentos não perecíveis.

 

Quando vimos Maria sendo apresentada ao Senhor no Templo, também pensamos o quanto nós precisamos assumir a nossa própria vocação, nossa pertença a Deus.
Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”
A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral
de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. Assim, será
possível que „o único programa do Evangelho siga introduzindo-se na história de cada
comunidade,fazendo com que a Igreja se manifeste como uma mãe que nos sai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola
permanente de comunhão missionária.
A primeira é uma conversão pessoal. O que é uma conversão pessoal? É uma radical mudança de mentalidade; é trocar nosso coração de pedra por um coração de carne (Ezequiel); é mudar de guia. Muitos se dizem cristãos e se deixam seduzir e serem guiados pela mentalidade do mundo. Estamos tão distantes do profeta Jeremias que disse: “Seduzistes-me, Senhor e eu deixei-me seduzir.” Nós não estamos nos deixando seduzir pelo Senhor, mas pelo mundo. Trocamos a Bíblia pela Mídia e aí “adeus discípulos, adeus missionário”! Uma verdadeira conversão pessoal implica viver o jeito novo que Jesus nos ensinou a viver no mundo, estando no mundo, sem ser do mundo. Queremos ter dois senhores e aí não dá!
A segunda conversão é a conversão pastoral. Aqui talvez a dificuldade aumente ainda mais. As nossas ações pastorais precisam ser renovadas, pois elas são de séculos passados. Estamos no século XXI, numa mudança de época e não simplesmente numa época de mudanças. A conversão pastoral pretende ir à raiz das estruturas obsoletas, antigas, mudando a estrutura de paróquia por rede de comunidades mudando nossos horários de atendimentos paroquiais, deixar a comodidade de esperar que os fiéis venham até nós e irmos, até mesmo, em busca dos infiéis ou afastados, etc. Temos que sair da nossa comodidade de “pastoral de manutenção”,  nosso sacramentalismo, e partir para uma verdadeira evangelização. E aqui entra a terceira conversão.
A terceira conversão e a conversão à missionariedade. Nossas diretrizes pedem que cada comunidade tenha ao menos uma equipe missionária. Não podemos separar o binômio discípulo missionário. Não existe discípulo que não seja missionário nem um verdadeiro missionário de Jesus Cristo que não seja discípulo. Faz parte da essência da Igreja o ser missionária, e cada um de nós é Igreja. Temos que assumir a missão ou seremos falsos discípulos. Como dissemos acima, ser missionário é levar ao outro o que aprendemos e para isso precisamos primeiro aprender, precisamos amar a Palavra de Deus, comer o “livro” como o fez Ezequiel. A Bíblia deve ser nosso alimento diário. Transformados em discípulos, nos transformaremos em testemunhas e a partir daí já estamos sendo missionários. Podemos ser missionários fora de casa, missionários “ad gentes” até, ou seja, não apenas fora de casa, mas até mesmo fora do país. Mas, antes de tudo, antes de sairmos em missão, precisamos testemunhar
Quando vimos Maria sendo apresentada ao Senhor no Templo, também pensamos o quanto nós precisamos assumir a nossa própria vocação, nossa pertença a Deus.
Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”
A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. Assim, será possível que „o único programa do Evangelho siga introduzindo-se na história de cada comunidade,fazendo com que a Igreja se manifeste como uma mãe que nos sai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.
A primeira é uma conversão pessoal. O que é uma conversão pessoal? É uma radical mudança de mentalidade; é trocar nosso coração de pedra por um coração de carne (Ezequiel); é mudar de guia. Muitos se dizem cristãos e se deixam seduzir e serem guiados pela mentalidade do mundo. Estamos tão distantes do profeta Jeremias que disse: “Seduzistes-me, Senhor e eu deixei-me seduzir.” Nós não estamos nos deixando seduzir pelo Senhor, mas pelo mundo. Trocamos a Bíblia pela Mídia e aí “adeus discípulos, adeus missionário”! Uma verdadeira conversão pessoal implica viver o jeito novo que Jesus nos ensinou a viver no mundo, estando no mundo, sem ser do mundo.
Queremos ter dois senhores e aí não dá!A segunda conversão é a conversão pastoral. Aqui talvez a dificuldade aumente ainda mais. As nossas ações pastorais precisam ser renovadas, pois elas são de séculos passados. Estamos no século XXI, numa mudança de época e não simplesmente numa época de mudanças. A conversão pastoral pretende ir à raiz das estruturas obsoletas, antigas, mudando a estrutura de paróquia por rede de comunidades mudando nossos horários de atendimentos paroquiais, deixar a comodidade de esperar que os fiéis venham até nós e irmos, até mesmo, em busca dos infiéis ou afastados, etc. Temos que sair da nossa comodidade de “pastoral de manutenção”,  nosso sacramentalismo, e partir para uma verdadeira evangelização. E aqui entra a terceira conversão.A terceira conversão e a conversão à missionariedade. Nossas diretrizes pedem que cada comunidade tenha ao menos uma equipe missionária. Não podemos separar o binômio discípulo missionário. Não existe discípulo que não seja missionário nem um verdadeiro missionário de Jesus Cristo que não seja discípulo.
Faz parte da essência da Igreja o ser missionária, e cada um de nós é Igreja. Temos que assumir a missão ou seremos falsos discípulos. Como dissemos acima, ser missionário é levar ao outro o que aprendemos e para isso precisamos primeiro aprender, precisamos amar a Palavra de Deus, comer o “livro” como o fez Ezequiel. A Bíblia deve ser nosso alimento diário. Transformados em discípulos, nos transformaremos em testemunhas e a partir daí já estamos sendo missionários. Podemos ser missionários fora de casa, missionários “ad gentes” até, ou seja, não apenas fora de casa, mas até mesmo fora do país. Mas, antes de tudo, antes de sairmos em missão, precisamos testemunhar.
                                                                                              
                           Pascom | Pastoral da Comunicação | Paróquia Nossa Senhora da Saúde

 



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